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outubro/2015

Exposição Daniel Hourdé - Lendas e Aparições

Exposição Daniel Hourdé - Lendas e Aparições

Exposição Daniel Hourdé - Lendas e Aparições Período: 03 de outubro a 15 de novembro de 2015 Descrição: Mostra com esculturas do francês Daniel Hourdé, confeccionadas geralmente em bronze, aço ou alumínio, que representam o corpo humano com riqueza de detalhes, celebrando a diversidade e expressando paixões e estados da alma, como o sofrimento, tormentos e o inesperado. A coleção também tem obras expostas na Praça Tiradentes, no jardim em frente ao auditório e no pátio interno do Museu. Acervo da Galerie Agnès Monplaisir (Paris, França), trazido ao Brasil pela Hiperativa Empreendimentos Criativos.

novembro/2013

Sustentabilidade e criatividade: na rota dos orixás

Sustentabilidade e criatividade: na rota dos orixás

Sustentabilidade e criatividade: na rota dos orixás

Período: 23 de setembro a 12 de janeiro de 2013

Descrição: A mostra, com esculturas de orixás feitas em material reciclado pelo eco-designer Cristiano Sousa, faz parte do Programa Socioambiental desenvolvido pelo Museu, cujo principal objetivo é auxiliar na melhoria da qualidade de vida dos servidores, público em geral e comunidade ouropretana.

O artista: Cristiano Raimundo de Sousa é proprietário da empresa Andrógena, cujo principal objetivo é propor alternativas lógicas para a saúde do planeta através da reciclagem, utilizando técnicas aprimoradas para transformar o resíduo sólido em obra de arte e registro de ícones das manifestações populares. A missão da empresa é formar multiplicadores, conscientizando-os de suas potenciais habilidades racionais e emocionais como forma de geração de trabalho e renda, buscando promover a inclusão social e contribuir para a preservação do ecossistema.

A Andrógena percorreu o Brasil e países europeus oferecendo oficinas lúdico-pedagógicas para populações de baixa renda e comunidades de periferia. Suas obras de arte e adereços obtiveram destaque na emissora de televisão Rede Globo, com a produção de objetos para os cenários das novelas Cheias de Charme e Avenida Brasil. Nesta última, abordou a condição do cidadão que busca a sobrevida no lixo e enfatizou a missão de gerar trabalho e renda como forma de resgate da autoestima e respeito à cidadania. Saiba mais: www.androgena.com.br / (31) 9248-7416.

março/2014

Fernando Lucchesi, imagens e objetos

Fernando Lucchesi, imagens e objetos

Fernando Lucchesi, imagens e objetos

Período: 22 de março a 27 de abril de 2014.

Descrição: A mostra contém obras do artista autodidata Fernando Lucchesi, que centra suas pesquisas nas texturas e formas arquitetônicas coloniais. As experiências cotidianas em Belo Horizonte, Ouro Preto, Nova Lima e viagens pelo Brasil e exterior também se refletem no colorido de sua pintura.

O artista: Fernando Lucchesi nasceu em Belo Horizonte em 1955. Residiu em Ouro Preto, onde teve atelier, e atualmente mora em Nova Lima. Artista autodidata, Lucchesi tem participado, desde a década de 70, de diversas exposições coletivas e individuais em Minas e outras cidades brasileiras, com destaque para sua primeira exposição coletiva, A Paisagem Mineira, em 1977, no Palácio das Artes (Belo Horizonte) e, dois anos depois, sua primeira exposição individual na Fundação de Arte de Ouro Preto.

Outras mostras importantes foram Artistas Mineiros, Funarte, RJ (1979), Luzes de Ouro Preto, Centro Cultural Bamerindus, Curitiba/PR (1995), 15 Artistas Brasileiros, MAM-SP/SP (1996), I Bienal do Mercosul, Porto Alegre/RS (1997), Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural/ SP (2001), Via BR 040 - longo trecho em aclive, na Plataforma Contemporânea do Museu Imperial, Petrópolis RJ (2003) e Onde Está Você, Geração 80?, Rio de Janeiro RJ, no CCBB (2004).

Foi premiado no salão do Conselho do Estado da Cultura, BH/MG (1980-83), e possui obras no acervo da Fundação Clóvis Salgado, BH/MG; MAP, BH/MG; MAM-RJ; Minas das Artes e Gabinete de Arte da Câmara dos Deputados, Brasília, DF (2005). Sobre sua obra, foi publicado em 1999 o livro-depoimento Fernando Lucchesi, dentro da coleção Circuito Atelier, e o livro Fernando Lucchesi (2000), organizado por Aracy Amaral, ambos pela editora C/Arte.

outubro/2014

A Ceia brasileira de Ismailovitch

A Ceia brasileira de Ismailovitch

A Ceia brasileira de Ismailovitch

Período: 17 de outubro a 23 de novembro de 2014

Descrição: Mostra com pinturas e desenhos do artista russo-brasileiro Dimitri Ismailovitch (1890-1976), feitos a partir de mais de duas décadas de estudos sobre a obra do mestre do barroco mineiro, Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Ismailovitch, considerado exímio retratista, é seguidor do realismo e, a partir desta exposição, retorna ao cenário artístico brasileiro após quatro décadas de ausência. Em um de seus principais trabalhos, Ceia – Homenagem ao Aleijadinho, o artista faz uma reedição dos personagens de Aleijadinho configurados nas figuras de Cristo e seus Apóstolos – alguns destes são os profetas de Congonhas, e outro tem a cabeça do São Jorge, presente na exposição de longa duração do Museu da Inconfidência.

O artista: Pintor e desenhista, Dimitri Ismailovitch nasceu em 11 de abril de 1890, no então Império Russo, na cidade de Satanov, Ucrânia. Ingressou na Academia de Belas-Artes da Ucrânia em 1918. Estudou arte bizantina e persa em Constantinopla. Em 1927, expôs no Hotel Splendit, Atenas, Grécia, e foi aos Estados Unidos, onde expôs na Gordon Dunthorne Gallery, Washington DC, e no Brooklin Museum, Nova York. Chegou ao Rio de Janeiro no mesmo ano, onde expôs na embaixada norte-americana. Conheceu Graça Aranha, que o introduziu no meio artístico e intelectual. Em 1928, expôs no Victoria & Albert Museum, em Londres, com grande repercussão. Participou do Salão Revolucionário de 1931, na Escola Nacional de Belas Artes.

O artista também expôs no Pavilhão Brasileiro da feira Mundial de Nova York e no Riverside Museum, ao lado de Portinari, em 1939, fez mostras individuais no Museu de Belas-Artes de Bordeaux, em 1948, e no Museum fur Kunst und Gewerbe de Hamburgo, Alemanha, em 1966, além de várias outras exposições nacionais e internacionais. Naturalizou-se brasileiro em 1937 e consolidou-se como retratista, embora tenha se dedicado com igual talento à paisagem, à natureza morta, à arte sacra, aos estudos etnográficos, à documentação da flora e à abstração. Faleceu no Rio de Janeiro no dia 16 de outubro de 1976.

Curadoria: Margareth Monteiro, Janine Ojeda, Eduardo Mendes Cavalcanti e Aldo Araújo.

agosto/2014

Dalí - A Divina Comédia

Dalí - A Divina Comédia

Dalí - A Divina Comédia

Período: 22 de agosto a 05 de outubro de 2014

Descrição: Mostra com cem aquarelas do pintor surrealista catalão Salvador Dalí (1904 - 1984) – uma para cada um dos poemas épicos que compõem a obra Divina Comédia, escrita pelo italiano Dante Alighieri no século XIV e dividida em três partes: Inferno, Purgatório e Paraíso.

CURADORIA: Museu da Inconfidência: Margareth Monteiro e Janine Ojeda

PRODUÇÃO: Arte A Produção

DIREÇÃO GERAL: Rodolfo de Athayde e Ania Rodriguez